Evoco a felicidade de não ter direitos nem deveres, de ser livre a pensar e a sentir. Tenho a presunção de captar e expressar o sentimento e o pensamento. Ouso em multiplicá-los, partilhando-os… Retendo-os pormenorizadamente. Demoro-me comovidamente sobre os pormenores. Olho para vos fazer olhar, para vos libertar da imagem estática. Proponho-vos a minha personalidade como libertação do estereótipo do quotidiano.
O meu nome é Pedro Pereira, há três décadas que olho o mundo, mas só há alguns anos que o observo.